Fala, torcedor!
FALA, TORCEDOR!
Tubarão S/A - Concordo com o leitor Denilson Schefer, quando ele menciona sobre a possibilidade do LEC ser transformado em uma empresa de sociedades por cotas, ou seja, uma S/A. Agora, seus dirigentes também devem inicialmente contratar um profissional, um controller, com finalidade de sanear as finanças, de forma a facilitar a administração posteriormente. É inadimissível que nenhum empresário da região não deseja obter lucros.
Hunoel Santos Gonçalves - Ibiporã (PR)
Retorno garantido - O que o Londrina precisa é daquele espírito que o incorporou nos anos 70, transformando-o num Tubarão capaz de vencer os Corinthians, Santos e Vascos dentro ou fora de Londrina, um time capaz de tirar todos os amantes do futebol de casa e lotar com 50 mil torcedores o Estádio do Café. Precisamos de pessoas que vejam o Londrina Esporte Clube com potencialidade, não como um clube endividado. Não é possível que empresas venham se estabelecer na cidade e sequer se ofereçam para colaborar com o time local. E as empresas londrinenses, onde estão? Se tivéssemos um time que levasse 50 mil pessoas ao estádio nos dias de jogos, já pensaram no retorno do investimento em propaganda, brindes, adesivos, camisetas etc? Senhores empresários, a palavra é sua.
Celso Arantes de Oliveira - Londrina
Questão de preparo - Sou paranaense de Apucarana e morei em Ivaiporã até os onze anos, quando me mudei para Curitiba e me tornei torcedor do Atlético. Sempre torci para que o Estado do Paraná tivesse um futebol forte perante o País. Nos últimos anos estamos tendo uma projeção nacional maior por termos três times na primeira divisão. Porém, são três times da capital. É muito triste saber que cidades como Londrina ou Maringá não tenham times representativos, pois são duas grandes cidades que merecem ter um futebol a altura. Entendo que os problemas enfrentados pelo Londrina, e também pelo Maringá, é que sua administração tem sido composta de pessoas que possuem uma visão antiga e defasada de administração. O futebol de hoje não permite mais amadorismo e ilusionismo. É necessário muita visão estratégica, muito preparo gerencial/administrativo. A industrialização do Paraná trará muitas oportunidades para se desenvolver isto. Torço para que estas mudanças cheguem nas cabeças que cuidam do futebol do interior do Paraná e que possamos ter novamente grandes jogos envolvendo times da capital e do interior.
Glauco Furstenberger - Curitiba
Lucro à vista - A Copa de dois em dois anos seria apenas para lucrar mais, fazer com que este negócio em que o futebol se transformou rendesse mais, além de poder agradecer às federações dos países que apoiaram a sua candidatura mais rapidamente, fazendo delas a sede das copas. Na justificativa que Joseph Blatter apresentou, de que a Copa de 4 em 4 anos era da época em que os times viajavam de navio, ele esqueceu de lembrar que naquela época os jogadores jogavam por amor à patria, e não pensando em contratos com marcas de refrigerantes e tênis.
Gilberto Settim - São José dos Pinhais (PR)
Sem graça - Eu acho que a Copa do Mundo perderia toda a graça se fosserealizada de dois em dois anos!
Gilberto Leão Inácio Guerra - Londrina
Menos sofrimento - O futebol mundial necessita de bons espetáculos e a Seleção Brasileira é, para o mundo, uma escola de futebol. Com a proposta de Joseph Blatter, o mundo ficará prematuro. E eu acho que sofreremos bem menos com esta proposta.
Laércio Aparecido Dias - Cornélio Procópio (PR)
Questão de brilho - Se vingar a proposta de Joseph Blatter de se promover o Mundial a cada dois anos, a Copa do Mundo tornar-se-á um evento sem expectativa. Não terá o mesmo brilho.
Hamilton de Oliveira Motta - Londrina
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