FALA, PROFESSOR - Jump: atividade lúdica que ajuda queimar calorias
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sábado, 01 de maio de 2010
Renato Oliveira<br>Reportagem Local 
Energia e vibração. Para fugir da monotonia da malhação solitária, muitas academias implantaram aulas interativas para animar o público. Uma delas é o jump, atividade de baixo impacto e muita queima calórica. Na prática, pular sobre as camas elásticas também ajuda a reduzir peso e os efeitos da pressão arterial, dois objetivos cada dia mais frequentes entre homens e mulheres.
Segundo a professora de educação física Adevani Barbosa dos Santos, o jump é uma aula aeróbica parecida com o antigo step e da turma do spinning, das corridas na esteira e do RPM. Atualmente todas são muito comuns dentro das academias. ''O estilo dessas aulas são bem parecidos e ajudam muito na queima calórica'', reforça.
Adevani afirma que o jump aumenta a frequência cardíaca reduzindo os efeitos da pressão arterial. ''É uma atividade de altos índices de queima calórica que reduz o peso corporal. Dependendo da intensidade equivale a uma drenagem linfática. Também serve para melhorar o condicionamento físico, como a resistência cardio-vascular'', observa, acrescentando que a quantidade de calorias queimadas varia entre 500 e 700 calorias.
Outra característica do jump é a possibilidade de trabalhar com a parte lúdica do exercício físico, que acaba sendo prazeroso para quem ensina e aprende. Adevani afirma também que é possível desenvolver a coordenação motora, citando exemplo de pessoas que superaram essa dificuldade após iniciarem nas aulas.
A professora explica que as atividades atuam com ênfase na região da cintura e das pernas. O aumento da irrigação sanguínea nestas partes aumenta o metabolismo e acelera a queima de calorias e gorduras localizadas no glúteo, abdôme e pernas.
De acordo com Adevani, as aulas são coreografadas e além das pernas também é possível fortalecer partes superiores como braços, ombros e pescoços. ''O braço no jump é essencial. Ele força o aluno a fazer movimentos mais corretos. Se não colocar os movimentos de braços a aula também fica sem o apoio visual'', acredita.


