Fabrício pode ser o próximo a sair do Atlético
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quarta-feira, 08 de junho de 2005
Claudio Yuge<br> Equipe da Folha 
Curitiba - O mercado do futebol continua movimentando os jogadores do Atlético. Depois do anúncio da possível negociação do zagueiro Baloy e do lateral-esquerdo Marín, o meia Fabrício deve ser o próximo a deixar o Rubro-Negro. Para hoje, apesar de não confirmada pela diretoria do Furacão, é aguardada a chegada do meia David Ferreira, do América de Cali, da Colômbia.
Fabrício ficou em segundo plano desde a chegada do técnico Antônio Lopes, que prefere os meias Evandro e Rodrigo Almeida no setor. Juntamente com a vinda de Ferreira, seu espaço ficaria ainda menor no grupo. Por isso, o armador, que atuou cinco vezes no Brasileirão e ainda pode ser negociado (depois de seis jogos o atleta não pode ser transferido nessa fase, de acordo com as regras do Nacional), estuda a possibilidade de ir para o Brasiliense.
Para o jogo contra o Figueirense, no sábado, Lopes não terá Marín, que fica parado por duas semanas devido a problemas no joelho. Os zagueiros recém-contratados, Juninho e Adriano, ainda não devem estrear e o atacante Jorge Henrique, que deixou o departamento médico, deve estar à disposição do técnico.
Procon O contrato de venda dos pacotes de ingressos da temporada do Atlético não prevê ressarcimento aos torcedores no caso de suspensão para jogar com os portões fechados. Por isso, a diretoria não quer pagar os tíquetes para quem não vai acompanhar os jogos contra o Figueirense e o Fortaleza, no dia 26. No entanto, a Defesa do Consumidor afirmou que os rubro-negros têm direito de receber o valor da entrada.
O Procon-PR diz que a cláusula no contrato do Atlético é abusiva e vai contra as responsabilidades do clube, que também é um prestador de serviços. A diretoria rubro-negra, no entanto, não especificou o número de partidas na temporada no documento e pode alegar que os jogos da Libertadores da América, por exemplo, são ingressos que substituiriam os tíquetes perdidos.
Conclusão da Arena A torcida organizada Confraria Esquadrão Torcida Atleticana (ETA) lança hoje a campanha ''Xô Expoente'', para pressionar o Colégio Expoente a deixar o terreno vizinho à Kyocera Arena. A iniciativa marca mais um episódio na disputa judicial entre a direção da escola e a diretoria do Atlético, que precisa do espaço para terminar as obras de seu estádio.
O chefe da Casa Civil, Caíto Quintana, e o vereador Mário Celso Cunha afirmaram que o governo deve intermediar um acordo entre o clube e a direção do colégio, que têm cinco ações sobre o caso atualmente em trâmite na Justiça.


