São Paulo - O Conselho da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se reuniu ontem, em Istambul, na Turquia, onde anunciou que abriu espaço para que a temporada de 2013 da Fórmula 1 passe a contar com 20 provas, e não 19 como anunciado anteriormente na divulgação do calendário provisório do próximo ano.
A entidade informou que o GP da Alemanha, inicialmente previsto para acontecer no dia 14 de julho, foi antecipado em uma semana, e o dia 21 do mesmo mês agora foi reservado para "outro evento europeu da F1", que ficará sujeito à aprovação para ser confirmado.
A abertura de espaço no calendário para a realização de uma 20ª prova acontece depois o GP da América, nos Estados Unidos, ter sido oficialmente adiado, no mês passado, de 2013 para 2014. A prova estava agendada para 16 de junho, mas acabou sendo descartada principalmente por causa de razões financeiras.
Desta forma, o calendário de 2013 havia sido confirmado com 19 corridas, mas uma novo GP a ser definido em solo europeu deverá deixar a temporada com 20 provas. A cidade de Istambul, palco da reunião do Conselho da FIA nesta quarta, aparece como candidata a preencher o espaço que ficou em branco no calendário da F1, depois de o GP da Turquia ter ficado de fora do calendário deste ano da categoria. Ecclestone, inclusive, já estaria negociando o retorno da prova turca no próximo ano.
Previsto para o dia 24 de novembro, o GP do Brasil mais uma vez fechará o calendário.
Outras mudanças
O Conselho Mundial da FIA também anunciou outras mudanças em algumas regras e ajustes técnicos para a temporada de 2013 da F1. Entre as principais, destaque para a regulamentação do uso do DRS, a asa móvel, que só será permitido durante os treinos livres nos mesmos lugares pré-determinados pela FIA para a corrida e para as sessões de classificação.
No que compete ao fator aerodinâmico dos carros, a FIA informou que promoverá testes mais rigorosos de deflexão das asas dianteiras, assim como pequenas mudanças na estrutura dos bicos dos monopostos.
Outra mudança relevante anunciada pela FIA foi a eliminação do subsídio da "força maior", que é quando um carro para de forma deliberada na pista durante um treino de classificação para o grid com o objetivo de não consumir o mínimo de 1 litro que precisa ter no tanque para posterior amostragem obrigatória para análise. Agora, a FIA determinará o quanto de combustível o carro teria usado para voltar aos boxes e adicioná-lo ao mínimo da amostra de 1 litro.

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