A chuva que caiu sábado pela manhã no Rio de janeiro, atrapalhou um pouco os planos da Rexona, organizadora da clínica para professores e atletas cariocas, para mostrar a experiência realizada no Paraná. Mesmo assim um bom número de crianças e treinadores compareceu a praia do Leblon (posto 11), onde a Rexona montou uma arena, para a parte prática da clínica.
O técnico da Rexona e da Seleção Feminina de Vôlei, Barnardo Rezende, o Bernardinho afirmou que ‘‘essa era uma oportunidade para os cariocas verem o que é feito no Paraná, que passou a ser um estado exportador de atletas, depois da criação do projeto em Curitiba, no mês de fevereiro de 1997’’. Entre estes atletas, Bernardinho destacou o fato do atleta Thiago Bach Tixiliski, revelado nas quadras do Projeto Rexona e que já foi convocado para a seleção brasileira infanto-juvenil.
Bernardinho também frisou que o lado social do projeto cresceu tanto, que hoje em dia não está mais vinculado ao aspecto político. ‘‘Ele cresceu muito. Não existe nada igual no mundo’’, frisou. Para o próximo ano, este projeto poderá ser estendido a outros estados, como para a cidade paulista de Vinhedo – região de Campinas –, local da fábrica da Gessy Lever, que fabrica o produto Rexona.
Curitiba vai sediar no próximo fim de semana a fase final do Internúcleos de Vôlei. Este evento deverá contar com a presença de aproximadamente 450 atletas, integrantes de equipes que se classificaram durante as etapas regionais no paraná. (Jairo Gomes)