Ex-técnica cobra distribuição igual de verbas pela CBG
A ex-técnica Bárbara Laffranchi explicou que a Unopar decidiu extinguir também a sua equipe adulta após a dissolução da seleção, porque a instituição não tinha mais o número de atletas necessário para continuar competindo. ''Precisaríamos de seis e ficamos só com as três meninas de Londrina (Jennifer Oliveira, Jeniffer Pozza e Ana Maria Maciel). As outras voltaram para as suas cidades depois da Olimpíada'', informou.
De acordo com Bárbara, a Unopar sempre bancou a maior parte das despesas com a manutenção da seleção. ''Investíamos R$ 400 mil por ano na equipe e só uns 10% das despesas é que vinham da CBG, que pagava uniforme e bolsa-auxílio às ginastas. Mesmo assim informamos à CBG que queríamos continuar sendo sede da equipe e, sem mais nem menos, acabaram com o projeto'', reclamou.
Uma das cobranças feitas na audiência foi um tratamento à GR semelhante ao que é dado à ginástica artística (olímpica). ''A verba destinada à CBG aumentou depois que ganhamos o Pan-Americano de Winnipeg, mas continuamos esquecidas. Praticamente todos os recursos da confederação vão para a ginástica artística. As outras quatro modalidades GR, ginástica acrobática, aeróbica e geral ficam a ver navios'', encerrou Bárbara. (J.K.)





