Apesar de continuar muito ligado à natação brasileira, Gustavo Borges não pensa em se tornar técnico. Formado em economia, o ex-nadador de 31 anos prefere trabalhar na capacitação dos profissionais ligados ao esporte.
''A minha contribuição é realmente pelo processo como um todo, trabalhar com os professores, no desenvolvimento dos profissionais, num relacionamento muito voltado para o gestor do clube, da academia, onde o atleta é o consumidor final. A gente trabalha passando esta filosofia e dando suporte a ela'', explicou Borges.
Para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, ele cobra uma atenção maior aos grandes formadores da natação brasileira, os clubes. ''O investimento no esporte nos próximos quatro anos será muito grande. O clube é o grande formador dos atletas e tem que ter investimento. Tem que ter o investimento nos atletas de ponta que estarão nas Olimpíadas, mas o foco tem que ser no clube, de onde podem sair os novos campeões'', finalizou. (R.S.)

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