Para desespero dos atletas londrinenses, não havia ambulância no estádio para atender o meia Marcos Cruz, que teve a perna quebrada numa disputa com o goleiro do Ponta Grossa, Vilson. O jogador foi atendido pelo médico da equipe adversária e só foi levado à Santa Casa quase no final do primeiro tempo. Segundo exames preliminares, a fratura de Marcos Cruz foi pouco acima do tornozelo. O meia-atacante não joga mais no Paranaense 2002.
Aos 42 minutos, Ethiê tentou dividir bola com Joel e recebeu um chute no peito. O bandeirinha viu, mas não falou nada para o juiz Maurício dos Santos. No intervalo, mais violência: os torcedores locais não deixavam os jogadores do Londrina entrar no vestiário, enquanto novamente o zagueiro Joel agredia um dos integrantes da comissão técnica londrinense. Os quatro policiais militares que faziam a ‘‘segurança’’ do jogo observavam tudo de longe.
Perto do final da partida, a torcida ficou irritada com o próprio time e começou a jogar pedras e latas de cerveja no campo. Enquanto Adriano, do Londrina, ameaçava revidar com pedriscos, fogos de artifício eram usados como morteiros. Para encerrar, o zagueiro do Ponta Grossa, Marcão, foi expulso por agressão.

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