A obrigação de se utilizar animais nacionais para as disputas do hipismo, fez com que os 100 cavalos cedidos pela Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCM) fosse sorteados entre os participantes da modalidade. Para chegar a esses animais, a ABCCM, segundo o diretor técnico da entidade, João Quadros, foram testados 200 cavalos e depois efetuado o sorteio. Para disputar o enduro equestre, os atletas tiveram que realizar um período de treinamento, para acertar o conjunto e assim atigirem um nível técnico dos melhores nos Jogos Mundiais da Natureza. Nas proximidades da área que será utilizada para as provas, os atletas elogiaram a escolha dos cavalos Mangalarga, que é o animal de melhor histórico entre todas as raças brasileiras
O enduro equestre nos Jogos Mundiais será uma competição de 300 quilômetros a serem percorridos. Só que por etapas. Os cavalos deverão andar em média 40/45 quilômetros por dia, na modalidade de velocidade livre. Vai marcar os melhores pontos, o cavaleiro que conseguir fazer o percurso em menos tempo, além de manter o animal em boas condições. No final de todas as etapas - a primeira acontece amanhã, saindo de Santa Helena - o melhor cavaleiro pontuado será campeão.
Durante o percurso da prova, os cavalos passarão por um ‘‘vet check’’, que é uma checagem da situação do animal. Se ele não estiver em boas condições é eliminado da competição, o que vale dizer que seu comandante terá que andar bem, além de manter a saúde do animal da melhor maneira possível.

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