Formada em administração, Tatiane Yairo, 23 anos, afirma que a atividade relaxa o corpo. ''Sempre gostei de esporte e artes marciais. Já pratiquei karatê e futsal e agora estou empolgada com o kick boxing''. A também administradora de empresas Rejane Silva Bento da Costa, 24, treina todos os dias na Academia QG. ''Durante um tempo eu procurei o boxe, porque achava um esporte fascinante. E me identifiquei com o kick boxing quando fomos lutar um dia na academia do VGD. Acho bárbaro aquele ambiente. Não tem nada de frescura'', sentencia ela.
Ela gostou tanto do ringue que passou a competir pela equipe londrinense junto com Tatiane e Adriana. As três foram campeãs em suas categorias no último Campeonato Paranaense, disputado dia 30 de outubro, em Pontal do Paraná, no Litoral. Os combates são nas modalidades full e semi contact e light.
Das entrevistadas, a única que confessou ter procurado a modalidade para a defesa pessoal foi a professora de educação física Mônica Falcão, 40. Outra que destoa do grupo juvenil é Neuza Rodrigues, 49, que decidiu praticar kick boxing depois de ver a filha Fabiana, 22, lutando em um ringue ela é namorada do técnico Juari Franco e já obteve dois títulos paranaenses e dois brasileiros na categoria acima de 65 kg.
Fabiana lembra que no começo sua mãe ''morria de medo'' de vê-la lutar. ''Com o tempo, ela foi vendo que é uma ótima atividade física e hoje não tem dó de soltar os golpes e nem reclama quando leva'' diverte-se a filha. (J.K.)

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