Esporte pode ajudar o ecossistema
Marcos Freitas
Especial para a Folha
O Seminário Sul-Americano de Esporte e Meio Ambiente terminou ontem em Curitiba com pelo menos duas conclusões. A primeira é que o meio ambiente é o mais grave problema do próximo milênio. A segunda, é a necessidade de usar o esporte na preservação do ecossitema.
O presidente da comissão de esporte e meio ambiente do Comitê Olímpico Internacional, Pál Schmidt, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, o Governador Jaime Lerner e o iatista medalha de bronze em Barcelona e Atlanta, Lars Grael, que representava os atletas, discutiram a necessidade de envolver o esporte na luta contra a degradação do meio ambiente.
O representante do COB anunciou uma parceria em conjunto com a iniciativa privada que vai permitir a criação, primeiramente no Rio de Janeiro, de Centros Esportivos de Desenvolvimento de Talentos.
Para o representante dos atletas na Comissão de meio ambiente, o iatista Lars Grael, a importância deste Seminário é muito grande pela conscientização que os desportistas precisam ter da preservação do meio ambiente. Ele disse que os atletas, ávidos consumidores de oxigênio, podem sofrer mais rapidamente as consequências da destruição ecológica.

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