Espinosa fica no Coxa para o Brasileiro
O contrato, que vence amanhã, foi renovado até dia 31 de dezembro. No Atlético, Abel só anuncia o time antes do clássico
Ed Carlos Rocha
Edmundo Inagaki
Arquivo FolhaSó amanhãStruway, do Coritiba, é uma das dúvidas do técnico Espinosa Valdyr Espinosa será o técnico do Coritiba até o final do Campeonato Brasileiro. O treinador renovou ontem o seu contrato, que termina amanhã, até o próximo dia 31 de dezembro. Espinosa, que tinha demonstrado, depois do clássico da última quarta-feira, irritação com a demora no acerto, disse que ficou satisfeito. ‘‘Foi dentro do esperado. Agora é só trabalhar’’.
Na zaga, o treinador aproveitou para organizar o posicionamento de Ronaldão e Flávio, que jogarão juntos. Flávio, que não joga desde o dia 19 de abril, entra no time no lugar de Gélson Baresi, que está suspenso.
Espinosa só vai definir o time titular minutos antes do jogo. A dúvida maior é o volante Struway. O departamento médico do clube fez uma novo exame no nariz do jogador e constatou fratura. Se não jogar, Reginaldo Nascimento deverá ser o titular.
O Atlético pode ter Wilson e Kelly no segundo clássico do playoff decisivo. Apesar do mistério habitual, o técnico Abel Braga sinalizou positivamente quanto a presença dos jogadores. ‘‘O time já está definido na minha cabeça, mas só vou confirmar a escalação no vestiário’’.
Arquivo FolhaÀ disposiçãoO atacante Kelly, do Atlético, é uma das opções de Abel BragaA equipe que participou do treino de ontem à tarde, no Centro de Treinamento do Umbará, teve Flávio; Luisinho, Wilson, Edinho Baiano e Dedé; Renato, Paulo Miranda, Nélio e Adriano; Kelly (Gustavo) e Warley.
Vivendo a expectativa de começar jogando o clássico, Kelly garante que está pronto para encarar o desafio. ‘‘Venho treinando forte para ajudar a equipe a conquistar esse título’’.
O departamento jurídico do Atlético conseguiu apreender ontem cerca três mil produtos falsificados com a marca do clube, no valor de R$ 20 mil. Segundo o advogado Adel El Tasse, que comandou a operação, a fábrica LAS, localizada no bairro Novo Mundo, em Curitiba, era quem fornecia a maioria das camisetas, calções, meias e bandeiras ‘‘piratas’’ ao comércio popular do centro da cidade.

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