São Paulo - Não são poucas as pessoas que apontam a Espanha como grande favorita ao título da Copa das Confederações. E não é por menos. O time do técnico Vicente Del Bosque é quem tem dado as cartas no mundo do futebol desde que conquistou em 2008, na Áustria e Suíça, o título da Eurocopa.
O jeito de jogar da seleção espanhola virou referência. Não só por causa do insistente toque de bola que envolve os adversários, mas também pela eficiência com que o time ocupa os espaços, rouba a bola e parte ao ataque.
A base da equipe é a mesma desde o título da Eurocopa de 2008, ainda sob o comando de Luis Aragonés. Aquela conquista acabou com sina de que a Espanha sempre montava boas equipes, mas era incapaz de ganhar títulos expressivos. E mais: colocou o time espanhol na rota da sucesso. Dois anos depois, veio o ápice com a Copa do Mundo na África do Sul e, em 2012, a fase de consolidação e defesa de títulos com a Eurocopa, na Polônia e Ucrânia.
O que chama atenção é que essa geração de atletas vencedores não tem um único líder. Xavi, Iniesta, Xabi Alonso, Puyol, Casillas, Piqué... Todos são responsáveis pela fase dourada da seleção espanhola. Mas como os principais jogadores já estão na faixa dos 30 anos, a Espanha se prepara para a renovação de seu elenco, com destaque para Pedro, Busquets, Javi Martínez e Jordi Alba.
Independentemente dos nomes, a filosofia é a mesma, baseada no toque de bola. A proposta é que o time sempre tem de ficar mais tempo com a bola sob o seu domínio do que o adversário.
A verdade é que Vicente Del Bosque tem nas mãos uma riqueza enorme de opções. Um bom exemplo está no ataque. Fernando Torres perdeu o posto de titular incontestável e nem por isso o time perdeu poder de fogo. Seja David Villa, Pedro ou Llorente o escolhido para atuar como referência no ataque, a Espanha continua a ser um time muito forte.

Itália
O goleiro da Juventus e da seleção italiana, Gianluigi Buffon disse que deseja enfrentar o Brasil na final da Copa das Confederações.
"O Brasil, pela sua história e porque desafiar o país-sede nos daria uma emoção particular", afirmou Buffon em entrevista ao site oficial da Fifa, ao ser perguntado sobre quem gostaria de encarar na decisão.
Capitão da seleção italiana, o goleiro já disputou 126 partidas pela equipe nacional desde a sua estreia, em outubro de 1997. Para o jogador, a Copa das Confederações "se trata acima de tudo de um excelente ensaio".
O atleta comentou ainda que a seleção italiana, conhecida por seu futebol defensivo, joga hoje de uma forma um pouco mais ofensiva. Isso graças ao técnico Cesare Prandelli.
"Acho que, graças ao excelente trabalho do Cesare Prandelli, encontramos um equilíbrio entre a consistência defensiva e a ideia de um futebol ofensivo que permita que os nossos grandes atacantes possam fazer melhor a sua função".
A Itália está no Grupo A da Copa das Confederações, ao lado de Brasil, Japão e México. A estreia da equipe está marcada para o dia 16 de junho, contra o México, no Maracanã. (Com Folhapress)

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