Esgrimistas querem fazer história
São Paulo - Renzo Agresta, no sabre, e João Antônio Souza, no florete, abrem a disputa olímpica da esgrima em busca de resultado histórico para o Brasil. O país nunca conseguiu classificar um de seus representantes para o quadro final dos 16 melhores colocados. Para superar o tabu, o time brasileiro fez período de dez dias de adaptação em Tianjin, China. ''Eles estão treinando para isso, diferentemente do que acontecia em outras edições, onde o esgrimista conseguia a classificação e depois relaxava'', afirmou o chefe da equipe, Alexandre Alves Teixeira.





