A última etapa da Espedição Mata Atlântica/Amazônia, incluía uma viagem de 80 quilômetros entre Santana do Tapará e Alter do Chão, praia situada à margem do Rio Tapajós; em catraias (pequenas embarcações locais), mas os fortes ventos da região deixaram muitos competidores dentro da água.
A alteração climática forçou a organização a colocar barcos de resgate ao longo do caminho. Mônica Carvalho, da equipe Target Olimpikus-SP, teve seu barco virado e precisou ser resgatada.
''Fomos muito para o meio do rio, onde estava mais problemático. Até então estávamos tranquilos, controlávamos a água que entrava, mas depois não tivemos mais condições'', afirmou a atleta.
A equipe Samuel Hannam, de Manaus-AM, chegou em 13º lugar, mas também enfrentou problemas no rio Tapajós.''Nosso mastro quebrou por duas vezes, improvisamos com uma rede de dormir e conseguimos ainda passar três equipes'', disse Julie Martins, capitã do grupo.
O trecho do rio Tapajós percorrido pelos competidores é considerado tranquilo. Com uma profundidade aproximada de 15 metros em alguns locais, na época de seca, o Tapajós é o principal meio de ligação entre os povoados.

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