A Copa América, antes um campo de batalha entre as seleções, tornou-se nesta edição, um campo de provas para os treinadores. Todos estão de olho nas Eliminatórias e aproveitam a Copa para testar novos jogadores.
O Brasil, de Scolari, não foge à regra e procura de novos atacantes é a tônica. Scolari, como cultor do futebol gaúcho, gosta de um atacante de área e um outro de velocidade. Um sete e um nove, como se dizia antigamente.
Mais do que decepcionado com Romário, que não quis vir, está desconfiado que o atacante do Vasco é quase um ex-atacante.
Trouxe Jardel e Élber, mas o presente está caindo no colo de Guilherme, que veio para o lugar de Élber, chamado pelo Bayern de Munique, e que substituiu Jardel, fora de forma. ‘‘Guilherme está jogando bem, tem uma certa mobilidade e define bem’’. Pelos lados, ele já testou Denílson, Geovanni, Ewerthon e Juninho Paulista. Se conseguir firmar-se, mostrar que o gol contra o Peru não foi apenas uma exceção, Denílson é quem tem mais chances de lutar por um lugar com Euller.
Colômbia, Uruguai e Equador são os adversários mais duros do Brasil na luta por uma vaga no Mundial 2002. Os colombianos são os que saem melhores da Copa América. Maturana testou um novo armador, Giovanni Hernandez, que mostrou bom toque de bola, mas também certo distanciamento do jogo em muitos momentos da partida.

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