Além dos quatro times que já foram campeões estaduais e à exceção dos tradicionais União Bandeirante e Rio Branco, os outros quatro clubes do campeonato têm ainda um histórico modesto na primeira divisão.
Malutrom, Prudentópolis, Iraty e Francisco Beltrão ocupam uma lacuna deixada pela decadência dos clubes das grandes cidades do interior – Maringá, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Cascavel. São equipes que procuram resultado a longo prazo, com custo baixo.
O Malutrom, de São José dos Pinhais, manteve a espinha dorsal da equipe campeã da terceira divisão da Copa JH, o meia Rodrigo Batata e Tcheco. Já o artilheiro Flávio não sabe se seu destino é a Europa ou se permanecerá no clube.
O Prudentópolis foi terceirizado para o empresário Aurélio Almeida por quatro anos. O elenco foi todo renovado com 24 contratações e, do ano passado, só restou o meia Nina.
O Iraty está treinando desde dezembro, aprimorando o entrosamento da mesma equipe que assegurou no Torneio Seletivo a vaga para a Série Ouro. O time é formado por ex-juniores e promete revelar nomes para os grandes clubes do Estado.
O Francisco Beltrão tenta se recuperar da má campanha realizada no ano passado, quando ficou na 12ª colocação. A novidade para este ano é a contratação do ex-técnico do Iraty, Joaquim Violin, e mais cinco jogadores.
O União Bandeirante continua com a mesma política dos últimos anos. Prestigiar as revelações de sua equipe júnior, atual campeã estadual, e fugir dos gastos com contratações. O time é o mesmo do ano passado. A mudança está no comando técnico, assumido por Cláudio Antunes.
O Rio Branco, de Paranaguá, encara um desafio nesta temporada: repetir a campanha do Paranaense 2000. Permanecem na equipe jogadores importantes como Herminho e Cannigia. Sabiá deixou o clube.

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