Equipes do Paraná iniciam preparação para Superliga
São elas: Rexona/Curitiba, Grêmio/Londrina, Fox/Unipar/Cascavel e Maringá
José SuassunaAPRESENTAÇÃOO novo time de vôlei do Rexona foi apresentado ontem à tarde no ginásio do Tarumã, em CuritibaEdson MazzettoA equipe do Fox/Unipar, de Cascavel, que estréia na Superliga, tem objetivos modestos na disputa
Da Editoria
e Sucursais
O Paraná estará bem representado na próxima Superliga Nacional de Vôlei. No feminino, estão confirmadas três equipes. A Rexona/Paraná, que até já foi campeã da competição; o Grêmio Londrina, que vai substituir a Associação Banestado; e a novidade, a Fox/Unipar, de Cascavel, que vai estreiar no torneio. No masculino, Maringá ainda é dúvida. A competição começa em dezembro.
O Rexona está de cara nova para a nova temporada. Ontem, o time foi apresentado à imprensa no Ginásio do Tarumã em Curitiba com seis novidades: a norte-americana Tara Cross Battle, a meio-de-rede da seleção brasileira Karin Rodrigues, a levantadora Estela e a ponta Popó, as mais experientes. As mais jovens são as atacantes Lígia e Daniela, que também atua como líbero.
Do elenco que jogou a última Superliga saíram as atacantes Raquel, Ângela Moraes e Cássia, a levantadora Renatinha, a líbero Sandra, a italiana Francesca Piccinini e a holandesa Cintha Boersma.
A comissão técnica foi mantida com Bernardinho no comando. Segundo ele, o Rexona é um dos favoritos para a conquista da Superliga. Ele aponta ainda as equipes do BCN/Osasco, Flamengo e MRV/Minas como outras equipes que devem figurar entre os finalistas. O novo uniforme da equipe ainda não está pronto e deve sofrer mudanças.
O Grêmio/Londrina é o uma das três equipes que representam o Paraná na Superliga de Vôlei Feminino, que começa em dezembro. O time londrinense será dirigido por Percy Oncken, que também é o treinador do selecionado brasileiro infanto-juvenil masculino.
Segundo Percy, duas jogadoras já foram contratadas para a temporada. Uma é a levantadora Tâmara, que vinha jogando por São Caetano, e a outra é Juliana, que já jogou em Londrina defendendo a Associação Banestado. Percy informou que outras jogadoras estão sendo contactadas. São os casos da levantadora Fabiana Berto e da meia Simone Rivera, do MRV, de Belo Horizonte. Simone também jogou em Londrina, na última temporada. A ponta Juliana que também defendeu a Associação Banestado está nos planos. A meia-de-rede Josiane, ex-Nestlé, é outra que pode atuar pela equipe londrinense, além de Geane, ex-Davene. Percy disse que os treinamentos com os novos reforços deverão começar apenas a partir do dia 15 de novembro, após o encerramento do Campeonato Paulista.
Novo time A equipe de Cascavel que disputará a Superliga tem o nome provisório de Fox/Unipar, representando uma distribuidora de combustíveis e uma instituição particular de ensino superior, vai para a disputa para ganhar experiência, segundo deixa claro seu técnico, Ladir Salvi, o Padre, que é secretário municipal de Esportes. Será um time modesto, para ficar entre o oitavo e o décimo lugar, afirma o treinador, detentor de nove títulos estaduais na modalidade e o da Taça de Portugal, em 95, quando dirigiu o Sporting de Lisboa.
Basicamente, a equipe cascavelense é a mesma que disputou os Jogos Abertos (Japs), em Toledo, ficando em terceiro lugar. Os destaques são Jaciara (meio), Maria Cristina (ponta) e Daniele (meio), que já atuaram em equipes locais, de outras cidades e em competições nacionais. Como novatas, Graziela (ponta), Anakeli (líbero)), Ana Paula (levantadora) e Cláudia (meia). Vamos precisar de reforços de nível, comenta Padre, acrescentando porém que isso vai depender dos patrocinadores os custos da equipe ainda não estão fechados.
O vôlei de Maringá deve ficar fora da Superliga masculina, apesar do esforço do ex-jogador Paulão, que tem colocado a família na busca de patrocínio. Um irmão dele e a mulher, Cláudia, têm mantido contato com empresas de Maringá e de outras regiões, para formar um time que defenda a cidade na Superliga, mas não existe interesse em patrocinar a equipe. O time precisa de pelo menos R$ 300 mil por mês para se manter no campeoanto. (Marcos Freitas/Curitiba, Jairo Gomes/Londrina, Paulo Pegoraro/Cascavel e Marcos Zanatta/Maringá).





