Rio de Janeiro - Sem condição de bancar passagens de avião para a equipe, a Liga Macaense, que disputa seu primeiro Nacional masculino de basquete, teve que encarar 25 horas de viagem até chegar à Goiânia para enfrentar e perder para o Ajax/Universo 82 a 81. A situação tem sido o maior problema para o time na competição.
''As dificuldades são muito maiores fora das quadras do que dentro dela. Os custos têm sido muito grande com as despesas com transportes e alimentação'', disse Marcos Vinícuis Hygino, o Marquinhos, técnico da Liga Macaense.
Até o ano passado, em uma viagem como essa a Confederação Brasileira de Basquete daria as passagens de avião à equipe, mas neste ano, por falta de verba, essa ajuda foi cortada. O curioso é que no site da entidade nos ginásios existem placas com a marca de um empresa de aviação. Assim, além das passagens de ônibus, a CBB paga aos clubes R$ 10 mil para todo o campeonato.
''Vai ter muita equipe no sufoco no meio do torneio por causa de dinheiro. Receio até que alguns clubes não tenham condições de bancar os custos durante toda a competição'', disse Hygino.
A solução para o impasse poderia ser utilizar o patrocínio de R$ 3 milhões por ano da Eletrobrás, mas por contrato, esse valor só pode ser utilizado com a seleção brasileira e com o desenvolvimento da base. (Agência Lancepress!)

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