A situação da equipe Prost Grand Prix de Fórmula 1 está cada vez mais difícil. Endividada, a escuderia entrou em concordata há quase um mês e corre o risco de não disputar a próxima temporada da categoria. A data-limite para que a equipe encontre um novo patrocinador é 15 de janeiro. Caso contrário, o Tribunal de Versalhes, que cuida do caso, decretará a falência do time de Alain Prost.
''Se até lá ainda não tivermos definido nenhuma parceria, será o fim da Prost Grand Prix'', afirmou o francês, em entrevista a um jornal de seu país. ''Chegamos a analisar duas ou três propostas que, na época, nos pareceram bastante sérias. Mas, quando estávamos próximos a assinar com uma destas empresas, chegamos à conclusão de que não teríamos o respaldo financeiro necessário.''
A Prost deve mais de US$ 30 milhões no mercado. ''No caso de não encontrarmos nenhum parceiro até o dia 14 de janeiro, então é quase certo que a Prost GP será liquidada pela Justiça'', declarou o tetracampeão do mundo.

Montoya O piloto colombiano Juan Pablo Montoya, que permaneceu dois dias em São Paulo, onde participou da gravação de um comercial, disse ter ficado muito feliz ao receber de presente um capacete idêntico ao que usava o brasileiro Ayrton Senna, morto em 1994.
''Estou muito feliz. Foi um dos presentes mais especiais que já recebi na vida'', afirmou o piloto colombiano da equipe Williams, que terminou na sexta posição a temporada 2001 do Mundial pilotos, com 31 pontos.
Montoya encerrou ontem sua visita ao Brasil, onde participou no autódromo de Interlagos (local da terceira etapa do Mundial de F-1 de 2002) de um comercial da Petrobras, que fornece combustível à equipe Williams.
O piloto colombiano, revelação do último Mundial da categoria venceu o GP da Itália , precisou ficar no circuito paulista durante cinco horas, mas afirmou estar acostumado às rotinas de filmagem.
''No começo eu demoraria bem mais para gravar uma frase pequena. Hoje tiro de letra'', comentou o piloto colombiano.

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