Arquivo FolhaBeto Borghesi e seus companheiros reclamaram muito do resultadoA prova 12 Horas de Curitiba, realizada no sábado, no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, não teve um final esperado. O quarteto formado por João Nobuo Mito, o Japa, Beto Borghesi (Ametur/Universitário), Aloysio Moreira e Ricardo Serata, que terminou em segundo lugar na classificação geral e na categoria até 2.000cc protestou junto a direção da prova.
Segundo Beto Borghesi, tudo começou quando o pace car entrou na pista na última bandeira amarela e por lá ficou quase 30 minutos, já que neste momento o carro dos vencedores, o Aldee pilotado por Aragão Branco/Cláudio Branco/Plínio Pessoa, que tinha quatro voltas de vantagem, estava nos boxes. ‘‘O pace car ficou andando a 10 km/h e o que se viu é que eles estavam esperando que os líderes voltassem, e assim foi feito quando eles estavam para perder as voltas que tinham de vantagem. Alguém da capital tinha que ganhar esta corrida’’, conta o londrinense.
O pior, segundo Beto, ‘‘é que eles voltaram com a luz traseira apagada (a prova já estava na parte noturna) e não receberam nenhuma punição. Para não dar na cara, penduraram uma luz pequena para continuar na disputa. Nós ficamos em segundo e como protesto, nem comemoramos no pódio. Além do mais, o prêmio prometido aos vencedores não foi pago. Entramos com um recurso que será julgado amanhã e vamos ver no que vai dar’’, concluiu.
Dos 25 carros presentes na prova de Speed, apenas três ‘fuscas’ competiram, todos de Londrina. Além dos vencedores Camilo Cavatorta/Paulo Marcondes (Gráfica Leal), estiveram em ação Júlio César Saravy/Luiz Carlos Moreno (Super Muffato/Sávio Sorvetes/Indrel) e Orlando Gomes/Sapia.

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