Equipe dos EUA ganha o Mundial juvenil feminino
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segunda-feira, 14 de julho de 1997
Agência Estado 
As norte-americanas e australianas provaram em quadra que têm hoje as melhores escolas de basquete feminino do mundo, ou pelo menos as mais bem estruturadas. Decidiram na prorrogação a medalha de ouro, em um jogo que terminou 78 x 74 em favor dos Estados Unidos, que conquistaram o título da competição, depois de empate por 66 x 66 no tempo normal. O Brasil ficou em quarto lugar ao perder para a Eslováquia por 45 x 40.
A Rússia e a China acabaram decepcionando com a quinta e a sétima colocações, respectivamente. Os chineses não explicaram a campanha mas os russos deixaram claro que as mudanças políticas pelas quais vêm passando nos últimos anos mais a situação econômica ruim do País são fatores que têm afetado o basquete nacional. A classificação final: medalha de ouro: Estados Unidos; prata: Austrália; bronze: Eslováquia; 4º, Brasil; 5º, Rússia; 6º, República Tcheca; 7º, China; 8º, Espanha; 9º, Argentina; 10º, Mali; 11º, Cuba e 12º, Japão. Melhor jogadora: Adriana, do Brasil; cestinha: Miki Satomi, Japão, com 155 pontos; assistências: Nicole Teasley, com 29, Estados Unidos; rebotes: Yaquelin Plutin, com 85, Cuba.
PlanejamentoO basquete feminino do Brasil não pode ficar esperando que apareçam talentos como Paula, Hortência e Janeth, sem planejar um trabalho de preparação das seleções para os torneios importantes. O técnico Antônio Carlos Barbosa, das seleções juvenil e principal, defendeu o planejamento de ciclos visando determinadas competições.
A seleção adulta, com Magic Paula, apresenta-se para treinamentos amanhã, em São Paulo. O time vai iniciar a preparação para a Copa das Américas, de 5 a 10 de agosto, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
OscarO maior cestinha brasileiro de todos os tempos, Oscar Schmidt, será homenageado pelo Comitê Olímpico Brasileiro, na próxima sexta-feira. Oscar será agraciado com a Ordem Olímpica de Prata, durante solenidade oficial.


