Em busca da reabilitação da derrota na partida anterior e da consequente perda da invencibilidade na Superliga Feminina de Vôlei, as jogadoras do Rexona têm sido bastante exigidas nos treinamentos. O objetivo do técnico Helio Griner é evitar a perda de ritmo para a estréia no segundo turno, no próximo dia 30 em Campos, no Rio de Janeiro. A última partida do Rexona foi no dia 16.
A equipe de Curitiba é a vice-líder da Superliga. Três times estão com seis vitórias e uma derrota e a definição das colocações acontece pelo número de sets perdidos. O BCN lidera com cinco sets perdidos contra sete do Rexona e oito do MRV/Minas, o terceiro colocado. Os quatro primeiros classificados no final do segundo turno levam a teórica vantagem de poder escolher em que cidade será disputada a primeira partida da série melhor de três que definirá os semifinalistas.
Em vez de abater as jogadoras do Rexona, a derrota para o BCN serviu para, segundo o assistente técnico Ricardo Tabach, motivar a equipe a se dedicar ainda mais.
''A competição ainda está no meio. O time poderia ter se abatido por causa da derrota, mas não está deixando isso acontecer. Temos mais de 10 dias para nos preparar o que é bom'', disse.
Na opinião da levantadora Fernandinha, treinar nesse ritmo é bom porque o grupo trabalha como se estivesse jogando.
''As partidas estão cada vez mais difíceis. Por isso os treinamentos também precisam ser fortes. Estamos bastante otimistas, embora tenhamos consciência de que esse jogo diante do Campos será mais difícil do que no primeiro turno'', concluiu.

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