São Paulo - A Super Final da Copa do Mundo de Ginástica Artística, que reunirá os oito melhores atletas do mundo por aparelho em São Paulo, no sábado e domingo, esteve ameaçada de voltar à idade da pedra. Isso porque, os equipamentos eletrônicos que incluem sistema de pontuação, computadores e câmeras de vídeo estavam detidos desde sexta-feira na Alfândega do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Mas foram liberados ontem e o torneio escapou do vexame de ser realizado de forma manual, com caneta e papel.
O imbróglio levou Vicélia Florenzano, presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBGin), à loucura, já que para trazer a Super Final para São Paulo, de acordo com a dirigente, houve investimento de R$ 800 mil - montante dividido entre os governos estadual e federal, além da patrocinadora Caixa.
De acordo com a CBGin, a Longines, empresa suíça responsável pelo material, enviou ao Brasil dois contêineres - um da Suíça e outro do Catar - com oito toneladas de equipamentos sem o pedido de autorização, por isso a dificuldade na liberação.
Alga - Os atletas que integram a equipe da Associação Londrinense de Ginástica Artística participarão hoje de uma apresentação especial para celebrar o encerramento das atividades do ano. O festival interno será realizado no Centro de Ginástica Artística Alceu Malucelli, a partir das 18h30, com entrada franca.

mockup