O nível do campeonato foi bom. Prova disso é que nada menos do que três equipes (50%) terminaram a primeira fase com uma derrota apenas e o critério de cesta ‘average’ é que definiu as três primeiras posições. O equilíbrio foi outro grande destaque na competição. Os resultados foram sempre apertados, especialmente no primeiro tempo. Quem acabou deixando a desejar foi a equipe do Havana Club, de quem se esperava muito mais. A equipe que me surpreendeu, positivamente, foi o Celta/Banco Simeón, da Espanha, que começou mal, provavelmente porque chegou em cima da hora, mas depois cresceu muito de produção, e mostrou qualidades.
A ausência de público, na primeira fase, foi outro destaque (mas negativo), porque a cidade gosta de basquete.
Tivemos grandes destaques individuais na competição. Entre as armadoras, a nossa Magic Paula, do BCN, foi a principal. Mas Claudinha (BCN), Flores (Simeón), Bielikova (Ruzomberok), Lazic (uma jogadora de 18 anos, do Hemofarm) e a cubana Iglesias também brilharam.
Duas russas mostraram muita competência como alas. Uma delas é a Elena, do BCN, e a outra, Marencikova, que joga pelo Ruzomberok. Mas a iugoslava Bogojevic também agradou e muito, isso sem falar em Vesel, também do Hemofarm. Além de Leila, do Panathinaikos.
Para falar nas pivôs fico mais à vontade, porque foi a posição em que me destaquei. Tuvic, do Hemofarm; Karina e Eva Antonikova, do BCN; Beth e Reed, do Simeón; e Svisceva e Kovacova, ambas do Ruzomberok, foram de encher os olhos.

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