Curitiba - Muito equilíbrio, que poderá ser abalado pelas variáveis climáticas típicas da cidade. É isto o que esperam os pilotos da Copa Caixa Stock Car, que vão à pista às 11 horas para a disputa da 2º etapa da temporada, no Autódromo Internacional de Curitiba. Em seguida, acontece também a prova da Copa Montana, a divisão de base da Stock.
Ainda aprendendo como regular os novos motores adotados este ano, as equipes buscam o melhor acerto para a pista, que alterna a velocidade pura da longa reta dos boxes, onde acontecem a maioria das ultrapassagens, com o travado miolo, em que é importante evitar o desgaste dos pneus.
Pelo que se viu nos treinos, o grande desafios será mesmo encontrar o ajuste mais adequado para lidar com as diferentes exigências do traçado curitibano. Algo que pode beneficiar quem corre em casa, como os pilotos da equipe Eurofarma-RC, comandada pelo paranaense Rosinei Campos: Ricardo Maurício, umd dos princiapis nomes da categoria nas últimas temporadas, e Max Wilson, vencedor da prova de abertura da temporada.
Contando com o profundo conhecedor do circuito do chefe de equipe, a dupla pretende brigar pelas primeiras posições. Mas Campos ressalta que a tarefa não é tão fácil pela semelhança de desempenho de quase todos os carros. ''Não existe favorito nessa categoria. Ganhar uma corrida não significa que você irá ganhar a próxima, sempre começamos de novo a cada etapa'', conta o experiente preparador.
Apesar disso, a confiança do time em buscar mais um resultado positivo é elevada. ''É praticamente a nossa casa, toda a nossa estrutura está em Curitiba. Não que esse seja o diferencial, mas temos boas lembranças dessa pista'', complementa Campos.
Na lista de maiores ameaças a uma nova conquista da equipe RC, certamente constam os nomes de Cacá Bueno, Thiago Camilo, Átila Abreu, Valdeno Brito, Daniel Serra, Luciano Burti, Felipe Maluhy e Nonô Figueiredo, que se destacaram nos treinos.
A exemplo de Marcos Gomes, considerado como um dos principais favoritos ao título da temporada. ''Conseguimos fazer os ajustes necessários, temos ainda alguns detalhes para serem trabalhados, mas tudo saiu como esperado. Espero estar competitivo, e ficar entre os três primeiros. Aqui em Curitiba, o asfalto é menos abrasivo do que em Interlagos, e com isso os pneus não devem sofrer tanto'', conta o piloto, que quer somar o máximo possível de pontos para garantir um lugar no grupo dos dez primeiros colocados, que ao final das oito primeiras etapas garantem um lugar na Superfinal, disputada em quatro provas. Até porque não pontuou na prova de Interlagos, resultado que poderá ser descartado ao final da fase classificatória, como prevê o novo regulamento da categoria.

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