Equador está confiante, mesmo sem Aguinaga
Manaus - O técnico da seleção equatoriana, Hernán Gómez, torceu o mais que pode, esperou até o último minuto, mas teve que se conformar em ficar mesmo sem seu principal atacante para a partida de hoje. Apesar do tratamento intensivo, o capitão do time, Alex Aguinaga, não conseguiu se recuperar da contusão na perna sofrida no jogo de estréia, quando o Equador venceu a Venezuela por 2 a 0, em Quito.
Aliás, enfrentar o Brasil sem Aguinaga em partidas pelas Eliminatórias está se tornando rotina para a seleção equatoriana. Nas Eliminatórias para a Copa de 2002, no jogo em São Paulo, o Equador também ficou sem o seu principal atacante e foi derrotado por 3 a 2, no Morumbi. ''Mas agora o clima é bem diferente. As características do jogo este ano são bem mais definidas'', diz o técnico.
Ele bem que tem razão. O Equador é hoje um time bem diferente daquele que os brasileiros estão acostumados a ver. A classificação para a última Copa, fato ocorrido pela primeira vez na história do Equador, levantou a alto estima dos jogadores e da torcida equatoriana.
A ausência de Aguinaga determinará, no entanto, uma modificação tática no Equador. Ele é quem faz a ligação do meio-campo com o ataque e não existe outro jogador com estas características no elenco. Com isso, Gómez deve manter Tenório em seu lugar, pois considera esta a opção mais acertada para enfrentar o Brasil.
Paraguai x Uruguai A seleção uruguaia enfrenta o Paraguai, hoje, pela segunda rodada das Eliminatórias. A equipe dirigida por Juan Ramón Carrasco viajou confiante à capital paraguaia após a ótima estréia goleada de 5 a 0 sobre a Bolívia. ''Vou continuar com a mesma filosofia, jogando um futebol ofensivo'', disse Carrasco, que reiterou a manutenção da formação com três atacantes (Javier Chevantón, Carlos Bueno e Diego Forlán). (A.E.)





