Nem todos pensam assim. Na mesma época em que Fábio Luciano foi para o Fenerbahce, Gustavo Nery, do São Paulo, recebeu proposta do Dinamo de Kiev. Mas, após conversa com seu empresário, Ely Coimbra Filho, concluiu que o melhor seria dizer não.
Acreditava que, em pouco tempo, receberia proposta mais interessante, como diz Ely. ''Acho que ele tem nível para jogar na Europa nobre, numa Itália, Inglaterra, Alemanha, Espanha ou até mesmo em Portugal''. Gustavo atrai, hoje, interesse do Porto.
Já o atacante Deivid deixou a liderança da artilharia do Brasileiro e a estrutura bem montada do clube mineiro por causa dos euros do médio Bordeaux, da França. Além de não ter ido para uma equipe de ponta, Deivid não se adaptou ao estilo do futebol francês, passa a maior parte do tempo na reserva e já fala em voltar.
Outro lado da moeda - Bem diferente foi o que ocorreu com Kaká, Kleberson e Ricardo Oliveira, que deixaram o País para jogar em agremiações de ponta e já fazem sucesso no Velho Continente. Eles não pensaram duas vezes em aceitar a oferta. O meia são-paulino, por exemplo, até abriu mão de receber os 15% a que teria direito, para a surpresa do presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa. ''Ele queria ir de qualquer jeito, tanto que abriu mão de mais de US$ 1 milhão'', conta.

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