Engenheiro pedala mais de 100 km por semana
Outro londrinense que leva o esporte a sério é o engenheiro agrônomo - e ciclista nas horas vagas - Marcos Yorini. Aos 36 anos, ele pedala mais de 100 km por semana e já participou de diversas competições da modalidade mountain bike.
A prática do esporte começou há cinco anos, como um complemento ao condicionamento físico na academia. Ele conta que aos poucos foi se interessando mais pela atividade e passou a buscar novos desafios. ''Pedalar na academia ou fazer esteira, pra mim, é muito chato. Por isso comecei a andar de bicicleta. Com o tempo fui conhecendo outras pessoas que pedalavam e também comecei a participar de competições''.
Como competidor, Marcos logo percebeu que podia se superar. Mas mesmo com toda a dedicação às provas ele também é motivado pela diversão. ''Meu pedal é para diversão, mas é muito bom superar novos desafios. Sempre tem alguma coisa para melhorar nas competições''.
A atenção dele também se voltou para a bicicleta e equipamentos. Trocar peças, pesquisar novidades e investir em novos modelos passaram a fazer parte do novo hobby. Atualmente, ele tem três bicicletas. Todas são mountain bikes, mas têm características diferentes. ''Uma é para pedalar no asfalto e as outras duas são para terra, sendo que uma é para trilhas com terrenos mais acidentados'', explica Marcos.
Trilhas que Yorini encontra nas estradas rurais da região. Ao lado dos amigos ele percorre caminhos que o preparam para as provas que participa. A última delas foi o Big Biker, no mês passado. Uma maratona de mountain bike no meio da região serrana de São Paulo. Foi a segunda vez que ele participou da prova. Marcos não tem dúvidas: completar o percurso de 85 km é muito satisfatório. ''Sempre quis participar de trilhas longas. Minha maior realização foi quando participei pela primeira vez do Big Biker, em 2009. Só o fato de completar a prova foi muito emocionante'', conta Marcos.
Mas os planos do engenheiro agrônomo são ainda maiores. Ele sonha em, um dia, participar de uma ultramaratona. Um circuito que pode ter oito dias de duração e o atleta pedala de 80 a 120 km por dia. Marcos espera estar preparado para tal desafio, mas claro, vai fazê-lo por pura diversão. ''Nesses cinco anos eu conheci muitos lugares e pessoas diferentes. Isso é o mais legal de competir em provas de mountain bike. Além de trazer uma grande satisfação pessoal'', declara o agrônomo e ciclista. (J.F.)





