São Paulo - Não houve choro, aplausos ou gritaria. Mas ontem foi sentida a despedida do atacante Aloísio do São Paulo, quase três anos depois de sua chegada, para jogar no Al Rayyan, do Qatar. "Não vou chorar não, viu. Foram três anos que convivi no melhor clube do mundo", derreteu-se o atacante.
"Bola para frente. Eu que já tinha, vou ter sempre o coração são-paulino", acrescentou ele, campeão mundial e bicampeão brasileiro. Com sua saída, só restaram Rogério Ceni e Júnior da formação da final do Mundial-2005.
Ultimamente, Aloísio estava na reserva. Mas seguia importante para o time por sua descontração. Ele foi abraçado por vários atletas quando entrou em campo vestido de Armani. "Falei com o patrão [abraçou Ceni no treino], que é um dos melhores goleiros que vi", elogiou o atacante.

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