Emília Belinati foi destaque num time campeão
No basquete feminino, Londrina também está entre as cidades que apresentaram grandes equipes de basquete. E aí se repetem os casos de Arapongas e Ponta Grossa. Apucarana e Cornélio Procópio aparecem com mais tradição e boas equipes em relação a Maringá. Quem conhece o basquete londrinense jamais vai esquecer da equipe que Reynaldo Ramom montou, em que pelo menos oito jogadoras podiam ser apontadas como titulares. Afinal, arriscar o que era mais importante para o time é sempre temeroso - se a velocidade de contra-ataque de Vilma e Hilda, ou se a força e garra da Maria Conceição. Ou mesmo a cabeça da armadora e os arremessos da zona morta, de Emília Sales, que hoje também assina Belinati e é a vice-governadora do Estado. A experiência de Áurea, a gana de Márcia e a forte marcação de Olinda. Além de Salete, Edna, Maria Amália e Dentinho. A maioria delas chegou à seleção paranaense. Lógico que uma equipe com essas características tinha que ser vencedora. E por vários anos chegou na frente em competições no Estado. Apesar das grandes rivais de Curitiba, e depois Ponta Grossa, com quem a equipe dividia a hegemonia estadual. Mas é bom lembrar que Curitiba tinha grandes estrelas, entre elas jogadoras de seleção brasileira, como Ingborg, Valda (esposa de Horst), Aglaé, Lauri e Diva.
Com o passar dos anos, Jaime Gonçalves Diniz, o Brandão, nunca deixou Londrina ficar sem um bom time de basquete e revelou inúmeras jogadoras, como Rosa e Cristina entre outras (IC).





