Émerson Fittipaldi deu o primeiro passo para ter o seu próprio time na Fórmula Indy com o contrato fechado com a Ericsson. A empresa sueca de telefonia celular patrocinará o piloto Hélio Castro Neves este ano e estuda ampliar a parceria para o ano que vem, financiando o projeto de Émerson.
Fittipaldi já é consultor técnico da Bettenhausen e empresário de Helinho. O campeão admite que o caminho natural será se associar a Tony Bettenhausen em 99. Ele tem proposta também do empresário de Michael Schumacher, o alemão Willy Weber, para montar um time na Indy, mas dá preferência à Bettenhausen. ‘‘Eu e a Ericsson vamos sentir os resultados deste ano e tomar uma decisão.’
Para ele, o GP de Miami, que abre domingo a temporada 98 da Indy, será uma das provas mais emocionantes da categoria. ‘‘Nunca a Indy esteve tão competitiva’’, afirmou.
Fittipaldi espera que o pupilo Helinho termine a prova entre os dez primeiros. O apetite do estreante, de 22 anos, é bem maior. ‘‘Quero chegar entre os seis, mas o patrão fala para eu segurar a animação’’, brincou.

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