Frankfurt - O quarteto Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho leva a fama, enquanto Zé Roberto e Emerson carregam o piano. A dupla que sustenta o meio-campo brasileiro não se incomoda com o sacrifício e se diz pronta para o último desafio na Copa das Confederações. A missão, hoje, é a de vigiar as passadas e os passes de Riquelme e Sorín, eleitos como jogadores a anular na forte equipe da Argentina.
Zé Roberto e Emerson invocam a experiência que têm na seleção para justificar a calma na véspera da decisão do torneio alemão. Ambos admitem, sem constrangimento, que o esquema mais ofensivo os deixou sobrecarregados, mas não fazem drama em torno da responsabilidade. ''Aos poucos, estamos mais adaptados e a tendência é a de facilitar'', admite Zé Roberto, que vai para a sétima decisão em dez anos de amarelinha. ''Temos de ficar sempre mais atentos'', emenda Emerson.

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