Londres - Apesar de ainda não ter perdido uma partida sequer em 2012 - foram 14 vitórias e dois empates - a seleção brasileira feminina de handebol sabe que nos Jogos Olímpicos a situação é mais complicada. Neste sábado, às 10h30, a equipe do técnico dinamarquês Morten Soubak enfrenta a Croácia e quer estrear com o pé direito em um grupo bastante complicado.
''Nosso primeiro objetivo é a vaga. Fora a Croácia, que, assim como a gente, está em evolução, outros adversários nos preocupam. Montenegro é formada quase inteiramente pela equipe campeã europeia, é quase o Barcelona do handebol. A Rússia foi quatro vezes campeã mundial na última década e Angola recentemente bateu a Alemanha. É um grupo muito equilibrado'', diz o treinador.
Para a ponta Alexandra, a equipe não pode se deslumbrar pela boa fase e tem de esquecer momentaneamente os atrativos causados pela competição e pela Vila Olímpica, que costuma tirar o foco das atletas menos experientes. ''A gente não pode esquecer o que veio fazer aqui. Estamos com um bom entrosamento e temos de correr atrás da medalha'', avisa.
Um dos motivos da evolução do handebol feminino brasileiro está no fato de muitas jogadoras atuarem fora do país. Das 14 convocadas por Morten, apenas Jéssica joga no País.

mockup