A EMA 2001 Amazônia, a principal prova de corrida de aventura da América Latina, conta, como não poderia deixar de ser, com uma mega-estrutura de segurança e suporte para as mais de 400 pessoas envolvidas na disputa, entre atletas, organizadores e jornalistas envolvidos na disputa. O evento, que teve largada no último domingo, com 48 equipes de 17 países, acontece até o próximo sábado no Pólo Tapajós, região oeste do Pará, após 550 quilômetros.
Para o esquema de segurança estão mobilizadas 80 pessoas, entre bombeiros, pilotos, médicos e enfermeiros. Um dos chefes desta operação é o coronel Marcos Aurélio Aquino Lopes, de 42 anos, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará. Segundo ele, estão montados dois esquemas de salvamento com o objetivo de dar maior agilidade ao resgate em caso de problemas com os competidores.
''Temos o salvamento na água, com 35 homens de prontidão, e o terrestre, onde 20 pessoas ficarão posicionadas entre os municípios de Monte Alegre e Alenquer, prontos para prestar qualquer titpo de socorro'', afirma. Para Lopes, sua equipe possui a vantagem de ter grande experiência em operações na água. ''Outro motivo que nos faz redobrar a atenção é que pelo menos 30% da EMA 2001 serão disputados nos rios amazônicos'', ressalta.
As equipes também estão preparadas. Cada uma tem em seu equipamento um rádio transmissor-localizador de emergência, chamado de 'Beacon'. Se este for acionado, emitirá sinais para Brasília, de onde serão captados por sátelite e direcionados para o Departamento de Eletrônica e Proteção ao vôo. O posto da aeronaútica no aeroporto de Santarém será avisado e, imediatamente, entrará em contato com a organização da prova, que passará a informação para a equipe de resgaste mais próxima do local do incidente.

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