Eliminatórias da copa - Mudar para atacar mais
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domingo, 11 de outubro de 2015
Almir Leite<BR> Agência Estado 
Fortaleza Uma equipe bastante ofensiva. Assim será o Brasil para o duelo de amanhã com a Venezuela, em Fortaleza, na segunda rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2018. A agressividade se explica: a vitória na primeira partida em casa e ainda por cima contra um dos adversários mais fracos da disputa é obrigação. Nesse tipo de situação, atacar sempre é a melhor estratégia.
O técnico Dunga ainda não definiu se fará alterações no time que perdeu para o Chile na estreia por 2 a 0, na última quinta-feira, embora tenha testado Filipe Luís no lugar de Marcelo, na lateral esquerda, e Lucas Lima no de Oscar, no meio. Fez isso no treino de anteontem e também no de ontem, quando experimentou ainda Lucas no lugar de Willian, na ponta direita.
Mas o treinador já deixou claro que vai exigir dos jogadores que pressionem o máximo possível a saída de bola do adversário e, com a posse de bola, ataquem bastante, com toques rápidos, inversões de jogo e subidas dos laterais.
Sufocar a Venezuela para tentar marcar o gol rapidamente trará tranquilidade ao time em campo e à torcida na arquibancada. "Se a gente partir para cima desde o início, com certeza vamos chamar a torcida para o nosso lado", disse ontem o meia Willian.
Será preciso também ter eficiência nas conclusões. Contra o Chile o time pecou ao ter boas chances e acabou derrotado, pois o adversário foi mais competente em aproveitar as que teve. "As oportunidades vão aparecer e a gente tem de estar preparado para colocar a bola para dentro", afirmou o jogador do Chelsea.
Willian também percebeu a necessidade de o Brasil ter mais ousadia ao atacar. "Precisamos entrar mais na área do adversário, e com mais gente. Assim vamos conseguir mais gols. Temos de ser mais agressivos na hora de finalizar."


