Elenco do Londrinense procura respostas
Dirigentes, técnico e torcida. Se quem fica do lado de fora não está contente com o desempenho do Colégio Londrinense nas seis últimas rodadas, os jogadores também não estão. E mais, tentam internamente entender o que está acontecendo e acreditam que o alto nível dos times que disputam a Série Ouro apareceu nas últimas rodadas e prejudicou a ascensão da equipe.
O capitão Rodrigo Point acredita que o time passa por um momento ruim. ''Tem dia que a bola não entra. Mas não dá para desanimar e temos que trabalhar cada vez mais. O clima entre os jogadores é bom, não há o que falar'', declarou.
Point está há três anos defendendo a equipe e observa que a chegada de reforços trouxe mais experiência ao elenco. ''Dá para notar uma diferença no nosso estilo de jogo por isso'', ressaltou, lembrando que nas primeiras rodadas estava mais evidente a evolução do time devido a série de vitórias.
Um deles é o ala esquerda Afonso. Natural da Bahia, ele já defendeu o Atlético de Erechim (RS) pela Liga Nacional e ressalta a ansiedade nas vésperas dos jogos. ''Eu fico querendo entrar em quadra logo para ver o resultado. Está complicado falar do assunto no momento, mas estamos a cada jogo tentando recomeçar'', reforçou.
Para Afonso, a equipe passa por um ''inferno astral'' parecido com o Marreco, que nos primeiros jogos ocupava as últimas posições e hoje está na terceira posição.
O ala Zico acredita que a fase ruim está com os dias contados. Com uma carga de treinamentos que ocupa dois turnos, o time está entrando mais focado em quadra. ''Mas não sei o que acontece quando tomamos gol. Fica disperso. Também conta o fato do Campeonato Paranaense ser mais disputado. É diferente do Catarinense onde tem a Malwee. Aqui é mais equilibrado e por isso mais difícil'', finaliza. (R.O.)





