Uma das primeiras pessoas a tomar conhecimento do feito de Waldemar Niclevicz foi Adriana Carioba, paulista radicada há vários anos em Londrina – e por um motivo muito especial: há dois anos ela namora o alpinista e nos planos já está o casamento. ‘‘Mas antes pensamos em morar juntos’’, ela revela.
Conhecida em Londrina e boa parte do País pela sua atividade – ela é restauranter –, Adriana Carioba ficou sabendo da proeza de Niclevicz apenas ontem, apesar do feito ter ocorrido no sábado.
Adriana conta disse que Niclevicz telefonou – mas não puderam conversar. A conversa foi adiada para ontem cedo, quando ela ficou sabendo dos detalhes da façanha do brasileiro. A divulgação do feito também apenas aconteceu ontem, porque ‘‘ele ainda estava se recuperando do desgaste físico’.’
Adriana diz que Niclevicz mostrou-se ainda cansado e bastante debilitado – ficou quatro dias sem comer. E que ele não teve nenhum tipo de acidente, enfrentando apenas alguns problemas na descida, tais como congelamento nos dedos da mão, vista turva e ‘‘também algumas alucinações’’. Além disso, teve que dormir enfrentando um frio de 60 graus negativos.
Adriana vai se encontrar com Waldemar no próximo dia 28, numa festa no Vale D‘Aosta, Norte da Itália, promovida por amigos do alpinista. Dois italianos fizeram parte da equipe que atingiu este feito.
Adriana disse que, depois de casada, pretende residir numa fazenda em São Sebastião da Amoreira (a 47 quilômetros ao sul de Cornélio Procópio), próxima a Londrina.
Ela disse que se conheceram há dois anos na Ilha de Caras, no litoral de Angra dos Reis (RJ), numa festa organizada pela Revista Caras. Os dois foram convidados por se destacarem em suas respectivas profissões. Sobre como encara a atividade do futuro marido, Adriana – que ontem desdobrou-se para atender a imprensa nacional sobre a proeza de Niclevicz – disse que pratica alpinismo, ‘‘só por brincadeira’’.

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