O Paraná Clube poderá não ter o volante Hélcio para a primeira partida da final do Módulo Amarelo da Copa João Havelange contra o São Caetano, na próxima segunda-feira, às 20h30, em Curitiba. O pai do jogador, senhor João Alinski, faleceu ontem depois de dois meses na UTI. A diretoria do tricolor deixou o atleta à vontade para voltar ao clube quando se sentir melhor.
Se Hélcio não jogar, é provável que Frédson entre no time. A definição dos titulares, no entanto, só deverá acontecer depois do treinamento de amanhã cedo.
Ontem, o técnico Geninho ainda contava com a hipótese de contar com o meia Ronaldo Alfredo, se recuperando de contusão, no confronto da próxima segunda. No entanto, o próprio jogador não mostrou empolgação em voltar, achando ‘‘precoce’’ o retorno em se tratando de contratura muscular. Gil Baiano, que também não se recuperou, é outro que fica de fora.
Fora a dúvida com relação a Hélcio, o treinador deverá mandar a campo o mesmo time que venceu o Remo na última partida.
Doping – A Comissão Nacional de Dopagem da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou ontem à noite que detectou a presença dos metabólitos M1 e M2 do esteróide anabolizante clostebol na urina do lateral Rubens Assis, do Paysandu. O resultado deu positivo no exame da amostra de urina do jogador, colhida na partida entre o seu time e o Fortaleza, no Pará, no último dia 25, pelo módulo amarelo da Copa João Havelange.
De acordo com o presidente da comissão, Tanus Jorge Nagem, que fez o anúncio do caso, a substância está presente em duas pomadas cicatrizantes brasileiras – Trofodermim e Novaderm – usadas para acelerar a recuperação de cortes e feridas na pele. Ele não tem conhecimento de que a droga exista no país em cápsulas ou de maneira injetável. Nagem disse não poder precisar como o clostebol entrou no organismo do jogador, mas afirmou que a presença dos metabólitos comprova que a substância foi utilizada.

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