Élber prevê jogo duro, equilibrado, de poucos gols. ‘‘Não imagino um 3 a 2 ou 4 a 3. Se fosse arriscar um palpite diria 1 a 0 ou 2 a 1 para o Brasil’’.
O jogador poderia ser mais otimista se não tivesse um temor, que ele próprio fez questão de ressaltar: o excesso de cautela quando o time está em vantagem no placar.
A seleção tomou sufoco da Turquia porque recuou e deixou o ritmo cair na etapa final, segundo Élber. ‘‘Se o Brasil se comportar da mesma maneira contra a Alemanha, está morto’’, aposta Élber.
Para ele, a Alemanha sabe jogar no erro do adversário e tem muita fibra para reagir, uma qualidade do povo alemão. ‘‘O Brasil tem que manter o mesmo ritmo durante 90 minutos senão pode pagar caro’’. Companheiro de clube dos meias-defensivos Jeremies e Hamann, do zagueiro Link e do goleiro Kahn, Élber também lembra que os alemães usam muito a bola parada em situação difícil e vão cavar falta nas imediações da grande área. ‘‘Eles treinam muito este tipo de lance’’. (L.F.M.)

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