Edílson pede apoio aos atacantes da Seleção Brasileira
PUBLICAÇÃO
sábado, 09 de fevereiro de 2002
Agência Estado 
São Paulo - A disputa por uma vaga no ataque da seleção brasileira na Copa do Mundo promete se estender até os primeiros dias de maio, quando o técnico Luiz Felipe Scolari entregará à CBF a relação final de convocados para o Mundial. Mesmo jogadores que teoricamente seriam dados como certos já não demonstram confiança total que estarão relacionados. Edílson, que atuou como titular do ataque nas três últimas partidas mas não marcou gols, é um deles.
Ontem, ao desembarcar em São Paulo, vindo de Riad, na Arábia Saudita, ele demonstrou estar sentindo o lobby por Romário e Ronaldo, dois candidatos à vaga. A torcida e a imprensa têm de apoiar e dar tranquilidade para quem está na seleção poder trabalhar. Esse é um time novo. Não temos obrigação de fazer gols em todos os jogos, disse.
Edílson sabe que os jogadores de ataque que participaram dos amistosos contra Bolívia e Arábia Saudita - ele, Luizão, Washington e Marques - ainda não estão garantidos no Mundial. E diz que vai se empenhar mais para garantir seu lugar. Estando no time, eu jogo com Romário, com Ronaldo, qualquer um, meu irmão. Se o ataque puder ser Edílson e Edílson, tudo bem. O importante é estar lá, meu irmão.


