Antes da partida masculina, as equipes femininas se enfrentaram. Maringá venceu Londrina por 33 a 0. ''Eu só perdi a memória uma vez, não lembrava onde morava nem onde estava'', é assim que Valéria Spagnolo, promotora em Maringá descreve sua pior experiência numa partida de rugby. Sua companheira de equipe, a estudante Camila Muniz não chegou a tanto, mas ''já quebrei um dente''.
Assim como a maioria dos jogadores e jogadoras que conversaram com a reportagem, Valéria e Camila disseram que praticam rugby por causa da ''camaradagem''. ''É um esporte muito diferente. O time precisa estar muito unido, é como se fosse uma família e mesmo com os adversários nós sempre fazemos amizade'', disse. Após o jogo de ontem, Maringá e Londrina se reuniriam numa chácara no Jardim Adriano para o chamado 3º tempo, período em que as trombadas dão lugar a bebidas e bate papo. (D.B.)

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