Duplas do vôlei de praia planejam participação na temporada de 2000
São Paulo, 06 (AE) - Com o encerramento do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, domingo, em Vitória, as principais duplas brasileiras da modalidade já pensam nas competições do ano que vem e nos Jogos de Sydney. Emanuel e Loiola, que conquistaram a vaga olímpica com o título mundial, planejam disputar o maior número possível de competições no primeiro semestre, para chegar a Sydney com ritmo forte.
Zé Marco e Ricardo, Guilherme e Pará, as duplas que lutam pela segunda vaga brasileira, terão de fazer boas campanhas no Circuito Mundial de 2000 até 15 de agosto, data-limite para a definição das duplas que vão a Sydney. Pelo sistema de pontuação, que considera os oito melhores resultados no Circuito
Guilherme e Pará têm uma pequena vantagem: 2.554 a 2.550 de Zé Marco e Ricardo. As três duplas brasileiras ocupam as primeiras posições do ranking mundial.
Emanuel e Loiola pretendem aproveitar os meses de janeiro e fevereiro para consolidar o trabalho de condicionamento físico. "A partir de março, vai ser somente bola", garante Emanuel. A dupla quer participar de três competições: o Circuito Mundial, o Circuito Norte-Americano e o Circuito Banco do Brasil. "Queremos estar nos três, mas sem nos desgastar com viagens", explica Emanuel. Isso significa que a dupla não deverá ir a Macau, na China, por exemplo.
Segundo Loiola, o fato de a dupla já ter garantido sua vaga em Sydney não significa que eles terão menos vontade de vencer no primeiro semestre do ano que vem. "Estamos felizes pela classificação para os Jogos Olímpicos e isso será um fator motivador para nós", assegura.
Zé Marco e Ricardo, que venceram a etapa de Vitória, a última do Circuito Mundial deste ano, chegaram ao quarto título na temporada e garantiram ao País, o 63.º título na história do vôlei de praia - de 1989 para cá, foram 106 torneios disputados. O segundo lugar de Emanuel e Loiola também manteve o Brasil como o país com mais segundas colocações: 55. O mesmo efeito teve o terceiro lugar de Franco e Roberto Lopes - agora são 52 bronzes do Brasil em etapas do Circuito Mundial.





