São Paulo - O amistoso da seleção brasileira contra a Arábia Saudita diminuiu o crédito de Edílson e Luizão com os críticos. A dupla de atacantes não jogou bem e ficou aquém do desempenho no duelo com a Venezuela, no encerramento das Eliminatórias. Por isso, o aproveitamento de ambos deixa mais dúvidas do que certezas em setor decisivo para o futuro do Brasil na Copa do Mundo.
‘‘Uma constatação óbvia é a de que não dá para apostar neles’’, analisa Tostão. ‘‘Ambos são bons para seus clubes, mas está claro que, sem Ronaldo e Romário, a seleção perde em qualidade’’, prevê o tricampeão do mundo. ‘‘O Luizão está gordo e eu esperava mais do Edílson’’, emenda Paulo Calçade, comentarista da TV Record. ‘‘Luizão esteve mal e o Edílson apareceu pouco’’, sustenta Roberto Avallone, da TV Gazeta.
Um pouco discordante é a opinião de Careca. O ex-goleador do São Paulo e do Napoli reconheceu que Edílson ‘‘se soltou pouco’’, mas preferiu poupar Luizão. ‘‘Ele tem qualidade e na hora da decisão aparece’’, alerta.

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