A lista de problemas do Londrina/Sercomtel/MartMinas parece não ter fim. Depois das derrotas em quadra - são 10 em 11 jogos pela Superliga Masculina de Vôlei - e da intoxicação alimentar que acometeu quase todos os jogadores na passagem por Montes Claros (MG), agora foi a vez do técnico André Donegá, que simplesmente sumiu.
Ao invés de embarcar junto com a equipe para o interior mineiro, o treinador foi para Blumenau (SC) alegando ter problemas particulares para resolver e que depois viajaria direto para Montes Claros. Mas Donegá não apareceu e o time foi orientado pelo auxiliar-técnico Edney Lima.
Até ontem, membros da diretoria tentavam contato com o treinador, mas sem sucesso. ''Nós sabemos que ele tinha uma reunião na Prefeitura de Blumenau. Tentamos contato, mas ele não atendeu ninguém. Até agora também não apareceu aqui (Florianópolis) e acredito que não venha'', contou o fisioterapeuta Mauro Pedroni Júnior, que também integra a diretoria da equipe.
A reportagem da FOLHA também tentou contato com o técnico, mas seu telefone celular estava fora de área ou desligado.
Na noite de ontem, a diretoria ainda aguardava um contato do treinador para transmitir uma informação oficial. A saída de Donegá, que preside o Instituto Pró-Vôlei, de Blumenau, poderia signicar o fim da linha para o Londrina na Superliga. ''Se ele sai, acredito que acabe a parceria, mas vamos aguardar'', admitiu o diretor.
Com ou sem Donegá, o Londrina enfrenta o Florianópolis, hoje, às 20 horas, em SC. Com os jogadores ainda debilitados por conta da intoxicação alimentar, a diretoria até tentou o adiamento da partida, mas a CBV não concordou.

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