Paris - O sérvio Novak Djokovic se viu muito próximo da eliminação em Roland Garros ontem. Para seguir vivo na busca pelo título do único Grand Slam que ainda não conquistou, o líder do ranking mundial precisou salvar quatro match points diante do francês Jo-Wilfried Tsonga no confronto que venceu por 3 sets a 2, com parciais de 6/1, 5/7, 5/7, 7/6 (8/6) e 6/1.
Com a vitória desta terça, obtida após 4 horas e nove minutos de batalha, Djokovic enfrentará na semifinal o suíço Roger Federer, que horas mais cedo derrotou o argentino Juan Martín del Potro, de virada, também por 3 a 2, com parciais de 3/6, 6/7 (4/7), 6/2, 6/0 e 6/3.
O duelo entre Djokovic e Federer irá reeditar a semifinal do ano passado, na qual o suíço venceu por 3 sets a 1, antes de cair diante do espanhol Rafael Nadal na decisão. Os dois também se encontraram na semifinal do último US Open, em Nova York, onde o líder do ranking mundial levou a melhor, ganhando por 3 a 2.
Diante de Federer, o tenista número 1 do mundo travará o 26.º embate entre os dois, sendo que o último deles foi vencido pelo sérvio justamente no último Masters de Roma. O retrospecto geral, porém, aponta vantagem do suíço, com 14 vitórias e 11 derrotas.
No Brasil
Ainda ontem, Novak Djokovic confirmou que virá ao Brasil em novembro para um jogo-exibição com adversário e data ainda indefinidos. O evento será realizado no Rio de Janeiro. ''É a primeira vez que falo sobre isso. Está confirmado e estou empolgado porque nunca estive no Brasil. Tenho ouvido coisas legais sobre o país'', afirmou o tenista.
Djokovic não revelou quem enfrentará na exibição. Thomaz Bellucci, atual número 1 do Brasil, e o aposentado Gustavo Kuerten são os principais candidatos para o duelo. ''Guga é uma lenda do tênis. Gostaria de jogar com ele, mas ainda não está definido. Mesmo se for contra Thomaz será muito legal. Ficarei feliz só por estar no Brasil'', afirmou.

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