Djalma Santos, lateral-direito bicampeão mundial com a seleção brasileira em 1958 e 1962, teve o prazer do jogar com mestre Ziza, a quem considera um dos maiores jogadores de todos os tempos. ‘‘Zizinho foi um dos grandes gênios do futebol brasileiro’’, disse Djalma. ‘‘E era um líder dentro de campo. Líder que, aliás, hoje falta à seleção.’’ O ex-lateral da Portuguesa também lembrou que Zizinho era um exemplo de raça. ‘‘No Sul-Americano de 1957, ele estava com um estiramento. Fez de tudo para se curar, mas jogou machucado mesmo’’, recordou Djalma, que não gostava muito de enfrentar Zizinho. ‘‘Era chato jogar contra ele. Sabíamos que era preciso tomar muito cuidado.’’

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