Dirigentes do basquete esquecem o ídolo Algodão
PUBLICAÇÃO
domingo, 11 de março de 2001
Das agências 
Os títulos de bicampeão do mundo, uma medalha olímpica e o decacampeonato pelo Flamengo, conquistados pelo ex-jogador de basquete Algodão não foram suficientes para sensibilizar esportistas brasileiros. Algodão cujo nome era Zenir de Azevedo foi enterrado no final da tarde de sábado, em Campo Grande, Rio de Janeiro, onde morava, sem a presença de qualquer autoridade ou dirigente do basquete nacional. O único atleta ou representante do esporte na solenidade foi o ala do Botafogo e amigo dos filhos e netos de Algodão, Alexey. Algodão, de 76 anos, morreu na madrugada de sábado após sofrer falência múltipla dos órgãos. Ele tinha insuficiência renal.


