A diretoria da Portuguesa Londrinense acredita que o protesto do Cataratas na Federação Paranaense de Futebol (FPF) não terá sucesso. Os dirigentes alegam que não há motivo algum para que a Lusinha seja punida com a perda de mando de jogo por causa da agressão do preparador físico Tutinha ao jogador Reginaldo, do time de Foz do Iguaçu. O diretor de futebol da Lusa, Amarildo Vieira, vê desespero na atitude da direção do Cataratas. ‘‘Estão fazendo de tudo para colocar Foz do Iguaçu na divisão de elite. Não vi nada de anormal, além da agressão do Tutinha ao jogador do Cataratas’’, ressaltou ele.
Amarildo Vieira disse estar tranquilo quanto ao relatório do árbitro Nilo Neves de Souza Júnior, que seria entregue ontem na Federação. ‘‘Confio no relatório do árbitro e no Nelson Orlando Lehmkhul (presidente da Associação dos Árbitros do Paraná) que assistiu ao jogo contra o Cataratas’’, afirmou.
Vieira também não concorda em enfrentar o Nacional, domingo, se o jogo entre Marechal e Cataratas for mesmo adiado.
Nacional é punido – A Federação baixou ontem ato administrativo punindo o Nacional de Rolândia com a perda de mando do jogo de domingo contra a Portuguesa. A medida foi tomada porque um dos árbitros da partida contra o Marechal teria sido agredido por um jogador do Nacional. Com isso, o Nacional terá de jogar contra a Lusa em Bandeirantes ou Maringá.
O Cianorte também perdeu o mando de jogo contra o Ponta Grossa, no dia 3 de junho. A punição foi aplicada devido à agressão ao árbitro Maurício Batista dos Santos por um jogador do Cianorte na partida contra o Grêmio Maringá.

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