Dirigente do rival: Não vai dar certo
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sábado, 25 de abril de 1998
Marccio W. Varella 
O outro clube de futebol da cidade, o Maringá Futebol Clube, está com ciúmes. O conselheiro afastado Domingos Trevisan avisa que o renascimento do Grêmio não vai dar certo. O Maringá tem problemas porque o clube não começou das divisões inferiores. Acho que com o Grêmio vai acontecer a mesma coisa, previu ele.
O Maringá ficou em último lugar da Série A-1 do Campeonato Paranaense deste ano foi rebaixado para a Série A-2 (segunda divisão) em 1999. Foi o segundo ano de atividades deste clube que tentou, sem êxito, substituir as emoções das conquistas deixadas pelo Galo do Norte. De qualquer modo, o clube luta para se manter na primeira divisão.
O gerente administrativo Dionísio Martins informou que o presidente do Maringá, Ronaldo da Silva Maia, foi na última sexta-feira a Curitiba para entrar com pedido de afastamento dos clubes Matsubara e Francisco Beltrão junto à Federação Paranaense de Futebol (FPF).
Esses clubes, segundo Ronaldo Maia, não recolheram a taxa de cadastramento (R$ 500,00) referente ao exercício de 98 junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e disputaram o Estadual de forma irregular. Desta forma, deveriam ser punidos pela FPF com o rebaixamento. Se esta tentativa falhar, ainda existe o sonho de a Federação mudar o regulamento e colocar 14 times no campeonato do próximo ano.
Além disso, Maia vai tentar assinar contrato de parceria com o Atlético-PR, que cederia técnico e jogadores para o campeonato de 99. No ano passado, contrato de parceria com o Paraná não deu certo e foi rescindido.
Martins explicou que o time profissional foi dissolvido. Os jogadores tiveram seus contratos rescindidos, à exceção de Dan, Marcelo e Éber, que foram emprestados ao Marília (SP). Apenas os juniores continuam treinando para o torneio paranaense da categoria.


